Para quem está chegando por aqui agora, a nossa participação no programa “O ABC da Comunicação” na última quinta (16) trouxe para discussão um tema bem gostoso, porque faz parte da memória auditiva de todos nós: JINGLES. Quem não se lembra dos jingles de “Pipoca com Guaraná” ou ainda que “O tempo passa, o tempo voa, mas a poupança Bamerindus continua numa boa”?

Como o tempo do programa é bem curto (1 hora passou voando) e considerando que a pessoa aqui estava mais nervosa do que nunca, decidimos complementar a discussão iniciada por lá com um artigo sobre o tema.

Perdeu o programa? Assista agora e relembre alguns dos jingles mais importantes da propaganda brasileira.

 

Acompanhe o jingle mencionado no programa e que foi produzido em parceria com a FLAP Produtora:

 

A partir da nossa discussão no programa, chegamos em algumas conclusões:

>>> Jingle é repetição. Repetição em termos de composição e na estratégia de mídia, com alta frequência.

>>> Se não fosse pelos grandes jingles, essas campanhas (Groselha Milani, Mack Color ou Dolly) nunca estariam gravadas em nossa mente. Sem grandes conceitos criativos, todo o peso da campanha estava nessa peça publicitária.

>>> Não são todas as campanhas para todos os produtos que recebem um jingle bem, por exemplo: no B2B o jingle tem finalidades bem diferentes do varejo.

>>> A peça publicitária pode olhar para o jingle sob 2 aspectos: o primeiro como mais um meio para distribuição da mensagem e/ou uma nova mídia para roubar uma parte da verba.

>>> O jingle é mais do que uma peça chiclete, ele reflete posicionamento do produto e/ou do candidato (no caso, do uso eleitoral), precisa ter seu estilo musical adequado e fazer parte do conceito criativo da campanha.

Há alguns anos, produzimos o jingle da Pop Promotora de Crédito Consignado, para veiculação na praça de Brasília citado no programa como vencedor do bronze da categoria.

 

 

 

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